Coronavírus: O que esperar da retomada das atividades sociais?

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Com a disseminação do novo coronavírus (COVID-19) pelo mundo a economia mundial sofreu um impacto tão intenso quanto a saúde pública. O isolamento social, indispensável para frear o avanço da contaminação, tem como um dos seus principais efeitos colaterais os prejuízos sofridos pelo mercado, e, como já mostramos para você aqui no blog, muitas empresas precisaram se adequar rápido para não acabarem fechando as portas.

E é por isso que diversos governos ao redor do mundo já têm buscado estratégias para promover a retomada das atividades econômicas e sociais em breve. Estados Unidos, Alemanha, Áustria, Dinamarca, França, Holanda, Islândia, Noruega e Espanha são alguns exemplos de países que estão apostando na retomada gradual do comércio, autorizando a reabertura de alguns setores considerados não essenciais, como a indústria, construção, escritórios como os de advocacia, trabalhadores domésticos, entre outros.

Aqui no Brasil, desde o início de abril, o presidente Jair Bolsonaro estuda a possibilidade da retomada gradual das atividades econômicas, e alguns estados já deram liberaram o funcionamento de alguns estabelecimentos, com algumas medidas de restrição, como é o caso do estado de Santa Catarina.

E a questão da contaminação, como fica?

Apesar dos economistas e empresários estarem animados com o retorno das atividades econômicas, cientistas e médicos ainda estão preocupados com a questão da saúde e da segurança da população. Isso porque a Covid-19 é uma doença que se espalha muito facilmente, e já registra mais de 2.5 milhões de infectados com quase 180 mil mortos em todo o mundo.

Todos que estiverem autorizados a retornarem para as suas atividades precisam redobrar a atenção e o cuidado com a higiene e a saúde, evitando que o número de contaminações volte a crescer.

  1. Restrição de acesso até 50% da capacidade total do local;
  2. Controle de acesso e disponibilização de álcool em gel para higienização das mãos dos clientes nas entradas;
  3. Adoção de medidas de afastamento de pelo menos 1,5 metros nas áreas internas e externas dos estabelecimentos;
  4. Priorização do trabalho home office sempre que possível;
  5. Paramentação de toda a equipe e funcionários com máscaras e luvas;
  6. Manter os ambientes ventilados;
  7. Disponibilização de veículo de transporte para os funcionários, respeitando o limite de 50% da capacidade;
  8. Disponibilização de informativos sobre medidas de segurança, e orientação regular para os funcionários sobre as medidas de segurança.

O que muda em relação ao mercado?

A economia não para, mesmo com isolamento social. As pessoas não deixaram de consumir, mas houve, sim, uma mudança no comportamento do consumidor e na sua relação com as suas necessidades primárias, secundárias e assim por diante.

Economistas já haviam indicado que o isolamento social causará uma grande mudança no mercado, mas para aqueles que conseguirem se adaptar ao novo comportamento do consumidor, essa será apenas uma fase de transição com grandes oportunidades até de crescimento.

Mesmo com a reabertura das lojas físicas, o consumo digital deve permanecer em alta. Um levantamento recente de um grande veículo de comunicação especializado em ações de mídia digital apontou que até 2023, 50% dos orçamentos em publicidade devem ser alocados para o ambiente online. E o Brasil ainda deve crescer muito no quesito “acesso à internet”, fechando o ano de 2020 movimentando cerca de 18 milhões de dólares nas mídias on-line.

Além disso, especialistas acreditam que o isolamento social deverá provocar uma grande mudança nos hábitos e comportamentos no universo corporativo. Isso significa dizer que muitas das medidas tomadas pelas empresas durante o período home-office, devem ser adotadas de forma permanente após o isolamento seguindo uma revisão das necessidades reais de processos e estruturas.

Leia também: Como fica a economia após o isolamento social?

O que deve mudar inicialmente:

  1. Aumento dos investimentos no meio digital: O mundo já é digital, e as empresas que aproveitaram o período de isolamento para realizar investimentos no meio digital já devem ter percebido as vantagens dessa medida. Por isso, a tendência é de que esse investimento só aumente, criando cada vez mais aproximação com o público e gerando um atendimento cada vez mais personalizado fortalecendo a marca e acompanhando os novos padrões de consumo;

 

  1. Diminuição de custos com estrutura: Para se adequar ao momento, muitas empresas, em especial do setor industrial, recorreram a ferramentas, sistemas e aplicativos de operação remota, visando manter o seu funcionamento do modo mais normal possível, mesmo à distância. Esses sistemas devem ser adotados de forma permanente por muitas empresas, gerando economia para os negócios. O trabalho em esquema home-office também deve ser adotado por alguns empresários, dando mais independência aos seus funcionários.

Busca por agências de comunicação: Todas essas mudanças do mercado fizeram os empresários buscarem pela ajuda profissional para se inserirem no meio digital, ou aperfeiçoar a sua relação com o público. As empresas têm entendido cada vez mais que estar inserido no ambiente on-line não é suficiente. Você precisa estar BEM inserido e fazendo o uso inteligente das ferramentas disponíveis nas plataformas digitais para gerar resultados reais.

Tanto para as grandes empresas como para os pequenos negócios, o investimento no meio digital tem o potencial para te ajudar a recuperar receita e se manter relevante no mercado.

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